quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Projeto transporte coletivo de graça para doadores de sangue

27/10/2010 - Capital News

Projeto de Lei apresentando pelo vereador Clemêncio Ribeiro (PMDB) prevê gratuidade no transporte coletivo urbano de Campo Grande para os doadores de sangue.

Segundo assessoria da Câmara, a proposta visa assegurar a gratuidade no transporte coletivo urbano de Campo Grande aos doadores fidelizados ao Hemosul (Centro de Hematologia e Hemoterapia de Mato Grosso do Sul).

De acordo com o autor do Projeto, “o nível de doação de sangue na Capital oscila entre o mínimo e o sofrível, causando verdadeira súplica aos postos de coleta Dessa forma, cabe ao Poder Público estimular a doação de sangue e este é o objetivo deste Projeto, incentivar novos doadores para que continuem doando sucessivamente dentro dos prazos estipulados”, afirmou Ribeiro.

O referido Projeto está em tramitação na Casa de Leis e deve ser encaminhado para votação nos próximos dias.

domingo, 24 de outubro de 2010

Sem Copa, Campo Grande troca VLT por corredor de ônibus

31/01/2010 - Campo Grande News - Edivaldo Bitencourt

Após não ser escolhida para ser uma das 12 sub sedes da Copa do Mundo no Brasil, Campo Grande desistiu do projeto de VLT (Veículo Leves sobre Trilhos). A prefeitura da Capital optou pelos corredores de ônibus, conhecidos em Curitiba (PR) e Bogotá, Colômbia, como BRT (Bus Rapid Transit).

Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo deste domingo, o diretor-presidente da Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito), Rudel Trindade Espíndola Júnior, afirmou que a demanda da Capital “é baixa para a utilização de um VLT”.

O projeto de VLT era de 12 quilômetros de trilhos e interligaria a região das Moreninhas, na saída para São Paulo, ao centro de Campo Grande. O investimento previsto era de R$ 203,2 milhões. 

Já os corredores de ônibus exigirão investimentos de aproximadamente R$ 150 milhões. Serão 32 quilômetros de corredores pelas principais vias da cidade, como as avenidas Afonso Pena, Bandeirantes, Gury Marques, Costa e Silva, Calógeras, entre outras. 

O custo para a implantação de um VLT é de R$ 37 milhões por quilômetro, o dobro do exigido pelo sistema de ônibus, que é de R$ 18,8 milhões. 

Corredor de ônibus terá 25 estações em 23 quilômetros

05/06/2009 - Campo Grande News - Edivaldo Bitencourt

Luiz Alberto / Arquivo
No trecho, de 23 quilômetros, a secretaria planeja implantar 25 estações de transferência de passageiros.

Orçado em R$ 149.845.323,50, o programa de mobilidade urbana prevê a implantação de aproximadamente 23 quilômetros de corredores do transporte coletivo em 10 vias de Campo Grande. A proposta prevê a construção de 25 estações de transferência de passageiros, reforma e ampliação de três terminais e de 500 pontos de parada de ônibus. 

Na tarde de hoje, no gabinete do prefeito na Esplanada dos Ferroviários, o secretário municipal de Infra-estrutura, Transporte e Habitação, João Antônio De Marco, explicou o projeto. A medida contemplará os 260 mil usuários transportados diariamente pelas cinco concessionárias do transporte coletivo. 

A prefeitura planeja implantar corredor do transporte coletivo nas avenidas Bandeirantes, Afonso Pena, Mato Grosso e Coronel Antonino e nas ruas 25 de Dezembro, Bahia, Rui Barbosa, 13 de Maio, 14 de Julho e Brilhante. Essas vias terão nova sinalização, recapeamento, padronização das calçadas e da iluminação pública. 

Neste trecho, de 23 quilômetros, a secretaria planeja implantar 25 estações de transferência de passageiros. Semelhantes ao terminal de integração em frente a Escola Estadual Hércules Maymone, as unidades terão o objetivo de dar mais agilidade ao sistema no desembarque e embarque de passageiros. 

Outros 500 pontos de ônibus serão implantados nos corredores e nos bairros da Capital. Cada um terá cobertura e proteção lateral, segundo o secretário de Infraestrutura. 

A proposta prevê ainda a reforma e ampliação dos terminais de transbordo de passageiros Morenão, Bandeirantes e General Osório. Eles terão a troca de pavimento e das instalações elétricas e ampliação da cobertura e das plataformas. 

De Marco justificou que as mudança visam dar mais velocidade aos veículos do transporte coletivo e mais conforto aos passageiros. Ele não soube explicar qual a velocidade atual dos veículos e qual a meta do poder público com as mudanças. 

Município recebe projetos para corredores de ônibus

05/06/2009 - Campo Grande News - Aline dos Santos 

Minamar Junior / Arquivo
Uma das intervenções será na avenida Bandeirantes.

A prefeitura de Campo Grande abriu licitação para pré-qualificação de empresas interessadas em apresentar projetos para obras do programa de Mobilidade Urbana. Ao todo, a Capital vai receber R$ 150 milhões do Ministério das Cidades. 

O edital relaciona diversas obras que serão licitadas futuramente: implantação e adequação do Sistema de Corredores de Transporte (1ª etapa), ampliação e renovação arquitetônica dos terminais General Osório, Morenão e Bandeirantes, reforma e ampliação de abrigos, e requalificação do espaço urbano nas regiões de implantação dos terminais. 

Na primeira fase, os corredores de ônibus serão implantados nas avenidas Coronel Antonino e Bandeirantes e também nas Moreninhas. O objetivo é dividir o fluxo dos veículos, com uma área específica para o transporte coletivo. Com os corredores, a prefeitura espera mudar o cenário conturbado das vias. 

A pasta com as especificações para as empresas pode ser obtida na Seintrha (Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação). O custo é de R$ 25. Os projetos devem ser entregue no dia 7 de julho. Um dos critérios de seleção das propostas é a viabilidade econômica.





Plano cria ciclovia, 12 corredores de ônibus e calçadões

22/07/2009 - Meu Transporte

Campo Grande poderá ganhar mais 12 corredores exclusivos de transporte coletivo, ciclovias e calçadões. Estas são as principais propostas do projeto final do PDTMU (Plano Diretor de Transporte e Mobilidade Urbana), que será apresentado amanhã, a partir das 19h, em audiência pública no auditório do Sebrae/MS. Segundo a diretora-presidente do Planurb (Instituto Municipal de Planejamento Urbano), Marta Lúcia da Silva Martinez, a mobilidade urbana prevê mudanças para priorizar o pedestre, mudando a cultura atual de se valorizar o veículo com a construção de enormes avenidas e ruas. “Por isso, o PDTMU prevê diretrizes que priorizam o direito de ir e vir do cidadão, com rapidez e segurança”, explicou Marta, destacando melhorias no transporte coletivo, na intermodalidade dos meios de locomoção e novas alternativas. Calçadões – Após a redução do calçadão da Rua Barão do Rio Branco, um dos principais pontos de encontro na Capital, a prefeitura começa a estudar a criação de novos calçadões na Capital. O Planurb e a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) vão apresentar novos espaços para passeio na região central da cidade, com a redução do espaço destinado para carros e motocicletas. A prefeitura deverá construir ciclovias. Em alguns casos, elas vão ser interligadas com o sistema de ônibus, bicicleta e carro. As primeiras vias a receberem as mudanças são as avenidas Júlio de Castilho e Bandeirantes. Ônibus - O PDTMU prevê a criação de 12 corredores do transporte coletivo, dando maior agilidade ao sistema e reduzindo o tempo das viagens feitas por 230 mil usuários por dia. As plataformas de embarques serão modernizadas. O projeto prevê a criação de novos pontos de ônibus e ampliação da frota atual de 535 veículos. De acordo com as sugestões previstas no PDTMU, os corredores exclusivos para os ônibus poderiam ser implantados em trechos das seguintes vias:
– Avenida Costa e Silva;
– Avenida Marechal Deodoro;
– Avenida Afonso Pena;
– Rua Coronel Antonino;
– Avenida Mascarenhas de Moraes;
– Avenida Bandeirantes;
– Rua Brilhante;
– Avenida Calógeras;
– Rua Bahia;
– Rua 25 de Dezembro;
– Rua Rui Barbosa;

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Novos ônibus executivos entram em circulação em Campo Grande

20/10/2010 - Midiamax News

 

Com o objetivo de proporcionar mais conforto aos passageiros, as empresas de transporte coletivo urbano de Campo Grande deram início ao processo de substituição dos ônibus executivo, mais conhecidos como “fresquinhos”. Os micro-ônibus passaram a ser substituídos por carros maiores, que transportam número maior de passageiros.

Segundo informou João Rezende Filho, diretor da Assetur, 25 micro-ônibus com ar-condicionado vinham operando como veículos do tipo executivo. Desse total, 15 já foram substituídos por veículos maiores, com moderno sistema de ar-condicionado e dotados de duas portas.

“Os carros são um pouco maior, mas menores do que os ônibus convencionais. Isso ocorre para que os novos veículos não percam mobilidade no trânsito de Campo Grande”, informou João Rezende. A fim de diferenciá-los dos ônibus convencionais, as empresas adotaram um novo lay-out externo, identificando-os como ônibus executivo.

O diretor da Assetur disse que cada uma das cinco concessionárias opera com cinco veículos do tipo executivo, o que dá um total de 25 ônibus. Desses, 15 já foram substituídos e gradativamente todos os micro-ônibus estarão fora de circulação, substituídos pelos novos carros.




domingo, 17 de outubro de 2010

Ônibus executivo passará a atender aeroporto

22/09/2010 - Correio do Estado - Ico Victório

O prefeito Nelsinho Trad garantiu ontem a implantação de plataforma especial para ônibus executivo no Aeroporto Internacional de Campo Grande, que entrará em operação em dezembro junto com a inauguração da Via Morena (Duque de Caxias), prevista para meados de dezembro. Assim como em todos os terminais do País, em Campo Grande o apagão de infraestrutura não é diferente. Saguão e sala de embarque quase sempre lotados, esteira insuficiente para transporte de bagagens, filas do táxis, ausência de transporte executivo, e falta de estacionamento são alguns dos gargalos verificados no terminal.

O prefeito disse que já determinou ao diretor presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Rudel Trindade Júnior, projeto para implantação da nova linha para este ano. “Está na hora de oferecer nova opção de transporte aos passageiros que desembarcam em nossa cidade”.

Campo Grande tem o único aeroporto entre as capitais brasileiras que não oferece linha especial de transporte coletivo para região central. Os táxis sempre mereceram privilégios da Agetran nos últimos cinco anos em detrimento de uma linha de ônibus executiva. Neste período, foram feitas algumas tentativas por iniciativas de vereadores e do trade turístico, mas sem força suficiente para vencer lobby dos taxistas contra a ideia. “Mas agora não tem jeito. Trata-se de decisão que não podemos adiar”, garante o prefeito.

Nelsinho Trad recorre aos números da Infraero para reforçar argumento de a situação é outra: a demanda crescente exige tomada de posição firme da administração para solucionar a questão. São ao menos três mil passageiros diariamente utilizando o terminal de Campo Grande em mais de 70 procedimentos entre aterrissagens e decolagens. Ao final do ano, a Infraero estima fechar balanço anual com mais de 1,3 milhão de viajantes.

A notícia foi comemorada pelo trade turístico de Campo Grande e recebeu apoio da Câmara Municipal, a mesma que anteriormente se mostrava contra a proposta para “agradar” aos taxistas. O vereador Mário César (PPS) disse que a medida chega no momento em que o crescimento econômico permite não só as classes A e B, mas também a C que adquiriu renda suficiente para viajar de avião. “O que era um sonho, hoje é uma realidade e milhares de pessoas estão deixando de lado as viagens de ônibus para voar”.

O prefeito lembra que a Agetran está finalizando processo licitatório para abrir mais 14 vagas, totalizando 42 táxis no terminal, os passageiros estarão bem servidos nos próximos dois ou três anos no setor de transportes.

sábado, 16 de outubro de 2010

Capital terá novos ônibus e linhas atenderão mais 1,8 mil passageiros

17/08/2010 - Correio do Estado
 
Até o fim de agosto, linhas de transporte coletivo urbano de Campo Grande serão ampliadas e terão capacidade para atender, diariamente, mais 1,8 mil pessoas. Ontem, em evento na Praça do Rádio Clube, a prefeitura recebeu 52 dos 111 novos ônibus que serão entregues ao município pela Associação das Empresas do Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande (Assetur) até o fim deste mês. A finalidade é renovar a frota, que hoje conta com 540 veículos. Contudo, do total de veículos entregues, pelo menos 20 serão utilizados na ampliação das linhas que já circulam pela cidade.

As informações são do diretor da Assetur, João Rezende Filho, e do diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Rudel Trindade Júnior. Segundo Rezende, os novos ônibus são maiores (têm 13,5 metros de comprimento) e, por isso, têm capacidade para transportar até 90 pessoas (43 sentadas e 47 em pé). “É só fazer a conta. Se cada ônibus tem 90 lugares e vamos acrescentar 20 carros em determinadas linhas, vamos ter 1,8 mil vagas a mais nessas linhas. Isso sem contar o quantidade de lugares que vamos conseguir aumentar com a substituição dos ônibus antigos, que são menores (têm 11 metros de comprimento) e capacidade menor também”, acrescentou o presidente da Agetran.

A decisão sobre quais itinerários serão ampliados, de acordo com o diretor da Agetran, é tomada em conjunto pela agência de trânsito e a Assetur, com base em estudos sobre a “dinâmica do transporte coletivo” na Capital. “Só acrescentamos carros nas linhas que têm mais demanda”, explica.

Deficientes

Além de contribuir na ampliação da linhas e desafogar os veículos de rotas, hoje consideradas superlotadas, João Rezende destacou que os novos ônibus adquiridos pelas empresas do transporte são todos adaptados para atender aos usuários portadores de deficiência física. “Com os novos carros em circulação, vamos ter 85% da frota com elevadores para atender os cadeirantes”.

O diretor da Assetur ressaltou, ainda, que os 111 carros apresentados ontem são “0 quilômetro”. “Nosso objetivo é dar mais comodidade aos usuários. Com esses novos veículos nossa frota tem agora menos de 4 anos de uso. Isso evita que os ônibus quebrem com frequência, facilita a manutenção, facilita o trabalho do motorista e dá mais segurança ao passageiro”. Segundo a Assetur, 260 mil campo-grandenses utilizam o transporte coletivo por dia. (AZ)

Capital receberá seis estações de ônibus na região central

01/08/2010 - Correio do Estado - Daniela Arruda
 
A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) pretende instalar seis estações de embarque e desembarque de ônibus de transporte coletivo urbano em diferentes pontos da região central da cidade. Serão instaladas estações pré-fabricadas ao custo estimado de R$ 90 mil por unidade, totalizando investimento de R$ 540 mil. A mudança está prevista em projeto de revitalização da Praça Ary Coelho, substituindo os atuais pontos de ônibus. 

Segundo informações do diretor-presidente da Agetran, Rudel Trindade Júnior, a ideia é que o embarque e desembarque de passageiros nos pontos da praça, hoje extremamente carregados, passem a ser feitos em estações, inspiradas no modelo de estações-tubo adotado por Curitiba (PR). ”É o mesmo conceito, porém com características próprias, adaptadas para a realidade de Campo Grande. Nesse conceito, o passageiro paga antes de embarcar e na hora em que o ônibus chega, ele já passou a roleta. Confere mais agilidade no embarque e desembarque”, explicou.

Ainda segundo Rudel Trindade, hoje o embarque e desembarque de ônibus na Praça Ary Coelho agrega 70 mil pessoas por dia. “Aquele conceito (de pontos de ônibus, da forma como estão hoje) não atende mais à demanda“, disse. Pelas projeções da Agetran, seriam necessárias seis estações de embarque e desembarque, sendo duas por quadra, para atender a demanda de usuários do transporte coletivo na praça. 

A equipe de Agetran pretende se reunir até a semana que vem com o Instituto Municipal de Planejamento Urbano (Planurb) para compatibilizar a ideia com o projeto de revitalização da Praça Ary Coelho. “Falta ver qual será o tamanho e a posição dessas estações, para que não interfira com as características da praça e seja harmônico com o projeto de revitalização”, informou.

Capitais
Em Campo Grande, onde o Sistema Integrado de Transporte (SIT) entrou em operação em 1992, oito terminais fazem hoje a integração dos usuários do transporte coletivo, contando ainda com um Ponto de Integração (PI), situado entre as avenidas Joaquim Murtinho, Eduardo Elias Zahran e Ceará. Cerca de 6,5 milhões de passageiros utilizam os 526 ônibus urbanos e outros 85 mil usuários são transportados pelos 15 veículos executivos (fresquinhos).

Já o sistema de transporte da capital paranaense, que foi implantado nos anos 70, transporta atualmente cerca de 1,9 milhão de passageiros, segundo informações do site Ônibus de Curitiba. A integração do sistema ocorre por meio de terminais e estações-tubo e atualmente a rede integrada de transporte de Curitiba opera com 1.877 ônibus, realizando cerca de 21 mil viagens por dia, num total de 316 mil quilômetros a cada 24 horas. 

O sistema curitibano está integrado ainda com 12 municípios da região metropolitana, por meio de linhas convencionais, ônibus metropolitanos, expressos e ligeirinhos, transportando diariamente cerca de 500 mil pessoas que residem ou trabalham nas cidades vizinhas. 


quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ônibus circular ainda em fase de teste em Aquidauana

14/10/2010 - Notícias do Estado


Há muito tempo que Aquidauana carece de um transporte coletivo urbano que atenda a necessidade da população, principalmente dos moradores que residem nos bairros mais distantes da cidade. Hoje, o município conta com bairros populosos, como a Nova Aquidauana onde recentemente o prefeito Fauzi Suleiman, entregou um novo conjunto habitacional para famílias de baixa renda, nas proximidades da Estrada Boiadeira, e que a maioria não dispõe de condução própria e necessita do transporte coletivo. 

Em contato com o Gerente de Planejamento do Governo Municipal, Wanderley Capozano, a reportagem do JNE apurou que a empresa que hoje faz o transporte coletivo com dois ônibus novos, realiza apenas estudos de viabilidade técnica. Campozano informou ainda que a empresa trabalha com duas linhas, sendo a linha 1 que sai da Nova Aquidauana, passa em frente à Prefeitura, Estação Rodoviária, volta para Nova Aquidauana, depois vai à Vila Bancária e volta para o centro da cidade. Nessa rota os horários são às 7h, 9h, 15h e 17 horas. A taxa do transporte é de R$ 2. 

Na linha 2, o circular sai às 8 horas da Vila Quarenta, vai até o Hospital Funrural, Bairro São Francisco, UEMS, Parque de Exposições, Prefeitura, Estação Rodoviária e Centro da cidade, às 10h, 14h e 16 horas. Os ônibus começaram a circular no dia 16 de agosto e, até o dia 31 o transporte foi totalmente grátis e ainda continua em fase de avaliação de tráfego, com objetivo de montar uma planilha de custo. A partir daí a Prefeitura fará licitação para a exploração real do serviço de transporte coletivo em Aquidauana. 

Dessa forma, o prefeito Fauzi Suleiman investe na modernização do transporte coletivo, oferecendo um serviço de qualidade e que atenda a necessidade da população que há tanto tempo sonha com um meio de transporte coletivo com comodidade e segurança que também possa oferecer condições de bem atender os turistas que começa descobrir as belezas da cidade e da área rural do município.




Transcrito do Noticias do Estado