domingo, 24 de outubro de 2010

Corredor de ônibus terá 25 estações em 23 quilômetros

05/06/2009 - Campo Grande News - Edivaldo Bitencourt

Luiz Alberto / Arquivo
No trecho, de 23 quilômetros, a secretaria planeja implantar 25 estações de transferência de passageiros.

Orçado em R$ 149.845.323,50, o programa de mobilidade urbana prevê a implantação de aproximadamente 23 quilômetros de corredores do transporte coletivo em 10 vias de Campo Grande. A proposta prevê a construção de 25 estações de transferência de passageiros, reforma e ampliação de três terminais e de 500 pontos de parada de ônibus. 

Na tarde de hoje, no gabinete do prefeito na Esplanada dos Ferroviários, o secretário municipal de Infra-estrutura, Transporte e Habitação, João Antônio De Marco, explicou o projeto. A medida contemplará os 260 mil usuários transportados diariamente pelas cinco concessionárias do transporte coletivo. 

A prefeitura planeja implantar corredor do transporte coletivo nas avenidas Bandeirantes, Afonso Pena, Mato Grosso e Coronel Antonino e nas ruas 25 de Dezembro, Bahia, Rui Barbosa, 13 de Maio, 14 de Julho e Brilhante. Essas vias terão nova sinalização, recapeamento, padronização das calçadas e da iluminação pública. 

Neste trecho, de 23 quilômetros, a secretaria planeja implantar 25 estações de transferência de passageiros. Semelhantes ao terminal de integração em frente a Escola Estadual Hércules Maymone, as unidades terão o objetivo de dar mais agilidade ao sistema no desembarque e embarque de passageiros. 

Outros 500 pontos de ônibus serão implantados nos corredores e nos bairros da Capital. Cada um terá cobertura e proteção lateral, segundo o secretário de Infraestrutura. 

A proposta prevê ainda a reforma e ampliação dos terminais de transbordo de passageiros Morenão, Bandeirantes e General Osório. Eles terão a troca de pavimento e das instalações elétricas e ampliação da cobertura e das plataformas. 

De Marco justificou que as mudança visam dar mais velocidade aos veículos do transporte coletivo e mais conforto aos passageiros. Ele não soube explicar qual a velocidade atual dos veículos e qual a meta do poder público com as mudanças. 

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